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title: "72% dos CEOs brasileiros vão acelerar investimento em IA. A bolha é real ou o retorno já aparece?"
author: "André Iglesias"
date: "2026-07-29 07:00:00-03"
category: "Inteligência Artificial & Dados"
url: "http://desbugados.scale.press/portal/desbugados/post/2026/07/29/72-dos-ceos-brasileiros-vao-acelerar-investimento-em-ia-a-bolha-e-real-ou-o-retorno-ja-aparece/md"
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## Resumo
- 72% dos CEOs brasileiros vão acelerar investimentos em IA segundo pesquisa EY-Parthenon com 50 executivos entre março e abril de 2026
- 90% dos CEOs estão otimistas com tecnologias emergentes e 94% veem IA cumprindo ou superando expectativas de valor
- Morgan Stanley indica expansão de margens líquidas de cerca de 100 pontos-base até 2027 para empresas que adotam IA
- 40% das empresas com IA citam benefício quantificável nesta temporada, com aumento de produtividade de quase 10%
- Setores como transportes, software e serviços profissionais são atraentes, com exemplos como Halliburton e Bank of America
- Prioridade é ampliar contratações em IA, dados e áreas digitais, com risco principal em cibersegurança citado por 26%
- Globalmente 80% dos CEOs reportam aumento de investimentos em IA, com impactos em customer experience e operações

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No mundo dos negócios, a inteligência artificial está se tornando o novo código fonte que pode determinar quem sobrevive e quem prospera, e os dados recentes mostram que os CEOs brasileiros estão apostando forte nesse futuro como se estivéssemos em um episódio de Black Mirror onde a tecnologia redefine o sucesso corporativo de forma irreversível. Uma pesquisa da **EY-Parthenon** com 50 CEOs brasileiros indica que **72%** deles planejam acelerar os investimentos em IA, enquanto o Morgan Stanley revela que as empresas que já adotam a tecnologia estão vendo suas margens de lucro se expandirem de forma concreta, levantando a pergunta se o otimismo é uma bolha ou se o retorno já está aparecendo no horizonte como em um filme futurista onde a tecnologia antecipa o sucesso e o potencial humano combinado com a ferramenta certa gera resultados excepcionais que vão além das expectativas iniciais.

## O Otimismo Record e os Dados da Pesquisa Brasileira

Quando olhamos para os números da pesquisa conduzida pela **EY-Parthenon** entre março e abril de 2026, fica claro que o otimismo é alto, com **90%** dos CEOs se declarando otimistas com as tecnologias emergentes, sendo 36% muito otimistas e 54% um tanto otimistas, o que reflete uma confiança que vai além de simples hype e se conecta diretamente com a experiência prática de empresas que já estão integrando a IA em suas operações diárias de forma mensurável e estratégica, como se estivéssemos entrando em um mundo de jogos como Cyberpunk 2077 onde quem domina a tecnologia avança para o próximo nível enquanto os outros ficam para trás. As funções mais impactadas incluem operações e produção, atendimento e experiência do cliente, e estratégia e tomada de decisões, cada uma com 42% de menções, enquanto a cadeia de suprimentos e compras aparece com 38%, demonstrando que a IA não é mais um conceito abstrato mas uma ferramenta que está sendo aplicada em áreas críticas do negócio para otimizar processos e melhorar resultados de forma mensurável, e **84%** dos CEOs acreditam que a qualificação em IA será determinante para os líderes de mercado no futuro, o que nos leva a pensar em um cenário onde a prioridade para os próximos três anos é ampliar as contratações em IA, dados e áreas digitais, preparando o terreno para uma transformação que já está em curso e que pode ser vista como o trampolim para um futuro onde a IA impulsiona o crescimento sustentável. Os riscos mencionados, como ameaças à cibersegurança e privacidade de dados citados por 26%, servem como lembrete de que a jornada para o futuro exige cautela, mas o foco em parcerias estratégicas, com 82% planejando joint ventures em vez de fusões e aquisições tradicionais em 40%, mostra uma abordagem prática e colaborativa para mitigar esses desafios e maximizar o potencial da IA, alinhando-se com outros estudos que indicam tendências semelhantes no cenário brasileiro [veja mais sobre tendências de investimento em IA no Brasil](https://desbugados.com.br/post/2025/07/05/estudo-da-ibm-mostra-que-78-das-empresas-investirao-em-ia-ate-2025).

Em uma onda anterior da pesquisa da **EY-Parthenon** entre novembro e dezembro de 2025, os dados reforçam essa tendência, com 98% das empresas já iniciando ou planejando transformação empresarial nos próximos 12 meses e 96% ajustando planos de investimento estratégico devido ao cenário geopolítico, o que indica que a IA não é uma moda passageira mas uma resposta estratégica a um mundo em mudança constante, onde 94% afirmam que a IA está cumprindo ou superando expectativas de geração de valor, com 60% excedendo o retorno esperado, conectando diretamente com a ideia de que o investimento em IA está gerando valor real e não apenas promessas vazias que poderiam alimentar uma bolha especulativa. Cerca de 80% preveem aumento nos custos operacionais em 2026, mas isso é visto como um investimento necessário para colher os frutos futuros, enquanto 86% projetam um impacto significativo ou transformador da IA nos próximos dois anos, com Machine Learning citado por 61% e IA Generativa por 43%, mostrando uma preferência por tecnologias que já estão maduras o suficiente para entregar resultados práticos em áreas como o desenvolvimento de software e o atendimento ao cliente, e 66% dizem que a IA muda o perfil dos colaboradores mas não reduz a necessidade de contratações, com apenas 6% projetando redução, o que desmente o medo de um apocalipse de empregos e aponta para uma evolução onde o potencial humano é amplificado pela ferramenta certa, preparando o terreno para um futuro onde, como em uma série de TV futurista, a colaboração entre humanos e IA redefine o sucesso corporativo de forma empolgante e acessível para todos os curiosos digitais que buscam clareza para inovar em seus negócios.

## Os Resultados Tangíveis Apontados pelo Morgan Stanley

Do outro lado do Atlântico, os estrategistas do **Morgan Stanley** liderados por Michael Wilson trazem uma perspectiva que valida o otimismo brasileiro, indicando que as empresas norte-americanas que estão integrando a IA estão posicionadas para margens de lucro mais sólidas, com uma expectativa de expansão da margem líquida de cerca de **100 pontos-base** até 2027, o que representa um ganho concreto que transforma o investimento em IA de uma aposta especulativa em uma estratégia comprovada de crescimento sustentável, e cerca de **40%** das empresas que adotam IA citaram pelo menos um benefício quantificável nesta temporada de divulgação de resultados, um salto em relação aos 21% do ano anterior, demonstrando que o retorno não é mais uma promessa distante mas uma realidade que está sendo reportada nos balanços corporativos de forma clara e mensurável. O aumento líquido de produtividade de quase **10%** em média no último ano, liderado por áreas como desenvolvimento de software, atendimento ao cliente, finanças e operações, mostra como a IA está impactando positivamente o dia a dia das empresas de forma mensurável e replicável, e setores atraentes para esses investimentos incluem transportes, software e serviços, e serviços profissionais, com exemplos como **Halliburton**, **Bank of America**, **CVS Health** e **NextEra Energy**, que estão colhendo os benefícios e servindo como inspiração para empresas brasileiras que buscam alinhar seu otimismo com estratégias que já estão provando seu valor no mercado internacional, como se estivéssemos vivendo o início de um cenário de Minority Report onde as previsões de lucro se tornam realidade palpável. As expectativas para as margens líquidas do S&P 500 estão entre as mais altas em mais de uma década, o que sugere que o futuro onde a IA impulsiona lucros extraordinários não é mais ficção, mas uma projeção baseada em dados reais que os CEOs brasileiros podem usar como guia para suas próprias decisões de investimento, tornando o impossível parecer que está logo ali na esquina.

Globalmente, a pesquisa da **EY-Parthenon** com 1.200 CEOs em 21 países, incluindo o Brasil, mostra que cerca de **80%** dos executivos reportam aumento de investimento em IA em 2026 comparado a 2025, com a tecnologia entregando impacto mensurável em customer service e experience com 42%, core operations e production com 41%, e strategy e decision-making com 41%, o que reforça a ideia de que o alinhamento entre o otimismo brasileiro e os resultados internacionais não é coincidência, mas o reflexo de uma tendência mundial onde a IA está se tornando o diferencial competitivo que separa as empresas líderes das demais, e apenas 11% ligam o impacto da IA a relatórios financeiros e revisão por senior management, indicando que ainda há espaço para uma maior disciplina na medição de ROI, mas o foco em resultados mensuráveis e a disciplina de execução estão ajudando as empresas a navegar nesse novo paradigma, onde a geopolítica é o principal risco para 56% dos CEOs, mas a IA oferece uma ferramenta para construir resiliência e crescimento mesmo em tempos de incerteza. Essa visão especulativa nos leva a imaginar um 2027 onde, como em um episódio de Black Mirror que explora as consequências da tecnologia avançada, as empresas que investiram cedo em IA estarão não apenas sobrevivendo, mas prosperando com margens expandidas e produtividade elevada, enquanto aquelas que hesitarem poderão ficar para trás em um mercado cada vez mais competitivo e impulsionado pela inovação tecnológica, fazendo com que o amanhã já comece a ser desenhado hoje através de ações fundamentadas em dados concretos e não em achismos vagos.

## A Caixa de Ferramentas para Navegar a Era da IA

Para os profissionais, estudantes e empreendedores que desejam transformar esse otimismo em resultados práticos e empoderadores, a primeira ferramenta é priorizar a qualificação em IA e dados, pois 84% dos CEOs veem isso como determinante para o futuro, o que significa investir em cursos, treinamentos e contratações que tragam expertise em Machine Learning e IA Generativa para suas equipes, permitindo que o potencial humano seja amplificado pela ferramenta certa em áreas como operações e atendimento ao cliente de forma didática e acessível. Em segundo lugar, foque em parcerias estratégicas e joint ventures, como os 82% dos CEOs brasileiros planejam fazer, em vez de fusões tradicionais, o que permite compartilhar riscos e conhecimentos em um ecossistema colaborativo que acelera a adoção da IA sem os custos elevados de aquisições completas, conectando-se diretamente com a experiência prática de quem já está vendo retornos. Terceiro, monitore os setores com maior potencial, como transportes, software e serviços profissionais, inspirando-se nos exemplos de empresas como Bank of America e Halliburton que já estão vendo benefícios quantificáveis, e aplique isso ao seu negócio identificando oportunidades de automação em produção, estratégia e supply chain para colher os frutos de uma produtividade aumentada em até 10%, tornando o complexo em simples através de passos práticos. Quarto, prepare-se para os riscos, especialmente cibersegurança e privacidade de dados, investindo em medidas de proteção desde o início para que o futuro não traga surpresas negativas, mas sim uma integração harmoniosa da IA que impulsiona lucros e inovação de forma leve e prática. Por fim, acompanhe os relatórios de ROI de forma disciplinada, como sugerido pela pesquisa global, para garantir que os investimentos em IA não fiquem apenas no campo das expectativas, mas se traduzam em resultados concretos que empoderam você a navegar o mundo digital com confiança e visão de futuro, fazendo com que o amanhã, com suas margens expandidas e impactos transformadores, comece a ser construído hoje através de ações práticas e fundamentadas em dados que mostram o retorno já aparecendo no horizonte.